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Os animais marinhos apresentam várias adaptações evolutivas em sua anatomia e fisiologia para melhor sobreviverem no ambiente marinho. Por outro lado, estas espécies apresentam dificuldades em sobreviver quando trazidas ao ambiente terrestre. Por conta disso, a reabilitação destes animais requer instalações e procedimentos que são diferentes daqueles utilizados para a reabilitação e tratamento de animais terrestres.
O IPRAM conta com toda a infraestrutura necessária para o atendimento de animais marinhos, incluindo piscinas de água doce e salgada, sistemas especiais de filtragem e tratamento da água recirculante, recintos próprios para as diferentes espécies, instalações para limpeza de animais contaminados com óleo, laboratório para análises clínicas. Além disso, a equipe técnica do IPRAM é composta por médicos veterinários e biólogos com experiência no atendimento da fauna marinha, que utilizam os melhores protocolos disponíveis para o tratamento destes animais.


O IPRAM já atendeu mais de 2.000 animais aquáticos (incluindo as espécies marinhas, estuarinas e fluviais). Até 2021 foram recebidas 55 espécies de aves marinhas, 10 espécies de répteis aquáticos e 5 espécies de mamíferos aquáticos. O pinguim-de-Magalhães e a tartaruga-verde são as espécies mais atendidas.
O IPRAM reabilita os animais com recursos provenientes da prestação de serviços a empresas, seja por interesse espontâneo das mesmas, seja no caso em que necessitam atender a condicionantes de licenciamento ambiental, que geralmente são exigidas pelo IBAMA ou pelas autarquias estaduais.


Esses pinguins foram resgatados no litoral do RJ, do ES e BA. Na Bahia, foram atendidos pelo CETAS-IBAMA e pelo Instituto Mamíferos Aquáticos (IMA) antes de serem enviados ao IPRAM. Todos estavam muito debilitados e teriam ido a óbito sem intervenção humana. Após a reabilitação, em 07 de outubro de 2015 realizamos a devolução a vida livre. Contamos, como sempre, com o apoio da Windive Ambiental e do IEMA.
Na manhã de 08 de abril de 2018 um golfinho-cabeça-de-melão (Peponocephala electra) medindo 2,3 metros encalhou com vida na praia de Jacaraípe, no município da Serra - ES. Cidadãos mantiveram o animal na água, enfrentando a rebentação, com o orifício respiratório desobstruído, até que o socorro chegasse. Outros golfinhos, provavelmente da mesma espécie, rondavam o local, possivelmente por solidariedade. O animal foi sedado e transferido em uma caminhonete para uma enseada com águas mais tranquilas, a menos de dez minutos de distância. Infelizmente não resistiu e foi a óbito.
Essa ave oceânica foi encontrada magra e debilitada em um rebocador, sendo resgatada por nossa equipe.
Em setembro de 2018 toda a nossa equipe se mobilizou para prestar atendimento a um golfinho-nariz-de-garrafa (Tursiops truncatus). Infelizmente, como é comum nesses casos, o animal já estava severamente debilitado e não resistiu.
Um animal muito interessante, pois ao contrário da maioria das aves aquáticas, não realiza a impermeabilização da plumagem. Pelo contrário, os biguás encharcam para que possam afundar e mergulhar com mais desenvoltura.
Soltura de Pinguins em 2023
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